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Menos recursos e mais pessoas impactadas

Menos recursos e mais pessoas impactadas: como equilibrar essa conta?

A pandemia pegou a todos de surpresa. O Terceiro Setor se viu em um dilema: menos recursos e mais pessoas necessitadas. “Em 2019, o nosso país já registrava graves problemas sociais ao aparecer como o sétimo país mais desigual do mundo, no relatório de desenvolvimento humano divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o PNUD. Agora, com o prolongamento da pandemia, infelizmente, a situação se agravou mais e muito rapidamente”, afirma o CEO do LIVRES, Clever Murilo Pires.

 

Driblando essa situação, mesmo enfrentando dificuldades em manter os serviços em pleno funcionamento, por conta da queda no recebimento de doações, a atuação de organizações da sociedade civil, como o LIVRES, tem sido essencial para o socorro e sobrevivência de muitas famílias.

 

Dados divulgados pela FGV revelam que, entre agosto de 2020 e fevereiro de 2021, cerca de 17,7 milhões de pessoas voltaram à pobreza, passando de 9,5 milhões (4,5% da população) para 27,2 milhões em fevereiro (12,8% da população). “Com o coronavírus, as ações do LIVRES, que envolviam grandes aglomerações em locais sem estrutura de saúde, precisaram ser paralisadas.

 

Não poderíamos colocar em risco, nem os voluntários, e muito menos essas comunidades sertanejas que vivem no polígono das secas em condições muito desafiadoras”, explica o CEO.

 

Hoje, em um cenário ainda maior de desigualdades no Brasil, tem sido muito importante grandes empresas e companhias assumirem compromissos explícitos de solidariedade, responsabilidade para com o próximo e respeito aos direitos dos povos tradicionais (mais afetados com a crise).

 

De acordo com o CEO, para o enfrentamento da situação e promoção da assistência às famílias, inicialmente, o LIVRES enxugou as equipes, reduziu custos e focou em estabelecer parcerias que permitissem manter as atividades, ampliar o número de beneficiados e garantir uma gestão transparente frente à sociedade.

 

“Nossa atuação é focada no atendimento de famílias e comunidades que sofrem com a escassez de água, a extrema pobreza e altos índices de vulnerabilidade social no sertão. Além da sede e da fome, questões relacionadas ao caráter higienista – tão priorizado no combate ao coronavírus – também têm sido um grande desafio para essas pessoas. Com certeza, o trabalho das nossas equipes está salvando vidas”.

 

A articulação de parcerias voltadas para governança, seriedade e transparência foi fundamental para o alcance de metas, como instalar novos sistemas de tratamento de água, manter equipes de trabalho no sertão visitando as famílias e assistindo-as em suas necessidades, não apenas físicas, mas também emocionais e espirituais.

 

Foram 55 toneladas de alimentos doados em 2020. O LIVRES está atento às mudanças de mercado e às mudanças digitais, porque também utiliza o Balanced Scorecard-BSC e metodologias de gestão implementadas para o alcance dos resultados de legado dimensionados em planejamento estratégico. 

 

Em 2021, a meta é atender 25 mil pessoas. “Estimulamos em nossa equipe e voluntários a criatividade, a inovação e processos ágeis com adoção de tecnologias digitais para a promoção de uma sociedade mais justa e inclusiva, cooperando para as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU”, destaca Clever Murilo Pires.

 

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