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Desigualdade Econômica

Hoje, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece 193 países-membros no mundo inteiro. Destes 193 países, se aplicarmos o Índice de Gini – instrumento criado pelo italiano Conrado Gini, para medir o grau de concentração de renda e de Desigualdade Econômica -, que é medida de 0 (sem desigualdades), ou seja, toda população apresenta a mesma renda; a 1 (totalmente o oposto), toda riqueza está nas mãos de apenas uma pessoa, veremos que a maior parte dos países se aproxima do número 1 (com desigualdades). O Brasil encontra-se na 8ª posição de países mais desiguais do mundo.

 

Desigualdade econômica no cenário mundial

A desigualdade econômica possui várias causas. Ela pode ser fruto social – do local em que se vive; racial – desigualdade por raça, cor, etc.; da educação – alguém que concluiu seus estudos em escola pública, por exemplo; sexo – diferenças gritantes entre homens e mulheres; gênero — diferenças entre héteros e transgêneros.

 

Um dado alarmante: Você sabia que apenas os 10 homens mais ricos do mundo possuem mais riquezas do que os 40% dos países mais pobres (cerca de 3,16 bilhões de pessoas) juntos? Esse dado, trazido por especialistas, mostra a discrepância entre as poucas pessoas que têm muito dinheiro; e a maioria, que é pobre, evidenciando a desigualdade econômica.

 

A desigualdade econômica é a má distribuição de renda entre a população. Com ela, surgem os conflitos sociais mais relevantes, como: aumento da criminalidade e ampliação dos negligentes – moradores de rua. A desigualdade econômica é capaz de afetar profundamente as relações da sociedade, então, vamos compreendê-la melhor.

 

O que quer dizer “desigualdade econômica”?

 

A desigualdade econômica quer dizer que, por um determinado fator (injusto), algumas pessoas têm privilégios que para outras é inexistente. Tudo isso precisa mudar, e a ONU criou A Agenda 2030, um plano traçado com medidas globais para que as desigualdades sociais sejam reduzidas ou mesmo extintas. A Agenda 2030 consiste em 17 objetivos de desenvolvimento sustentável e 169 metas para erradicar a pobreza e promover a vida.

Diversas entidades e autoridades de muitos países estão se empenhando para promover a igualdade social.

 

5 causas de desigualdade econômica

Entenda as 5 principais causas da desigualdade econômica no Brasil:

Desigualdade social

 

Segundo o filósofo Jean-Jacques Rousseau, há dois tipos de desigualdade: a desigualdade física e natural: uma pessoa mais alta, outra mais baixa; uma pessoa mais forte, outra mais fraca, e assim por diante; e a desigualdade política e moral:  os políticos têm mais poderes do que o resto da população; CEOs que tem mais poderes do que trabalhadores comuns, etc. O filósofo contextualiza que não há nada na desigualdade natural que justifique a desigualdade política e moral.

 

Desigualdade educacional

A desigualdade da educação está ligada às diferentes formas que se tem acesso à educação. Ou seja, aqueles que não possuem renda considerada razoável não terão tanto conhecimento e, consequentemente, não terão tantas oportunidades quanto aqueles que estudaram em escolas melhores.

 

Desigualdade de sexo

Hoje em dia, ainda somos enrijecidos pelo fato de vermos tão poucas mulheres liderando grandes corporações. Esse trabalho, infelizmente, é visto como um cargo destinado ao sexo masculino. Porém, o cenário está mudando, com assuntos de disparidades sexuais em alta, para que o mundo se torne um local mais justo.

 

Desigualdade de gênero

Outra questão muito discutida é a desigualdade de gênero. A desigualdade de gênero é um pensamento limitado que, embora as questões sejam abordadas constantemente, ainda são motivo de consternação. O direito às escolhas deve ser respeitado de forma global e única. De todas as partes, devemos buscar a empatia, a gentileza, o respeito ao outro.

 

Desigualdade de raça

A desigualdade racial é uma das principais causas das diferenças sociais ainda nos dias de hoje. Envolve o preconceito às diferentes etnias: negros, índios e mestiços são os grupos que mais sofrem essa desigualdade. Basta atentar os olhares às instituições de Ensino Superior e ver o baixo número de pessoas dessas etnias.

 

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Como combater a desigualdade social?

Combater a desigualdade social perpassa sim, por inúmeras políticas públicas e pela adoção coletiva de ações que possam promover justiça e igualdade. Nossa atuação individual, na qualidade de cidadãos, nosso comportamento no dia a dia, as escolhas que fazemos, os políticos que elegemos, as empresas que mantemos ou investimos.

 

As organizações sociais também desempenham papel fundamental e estratégico no combate às desigualdades sociais visto que, de maneira geral, estão empenhadas em defender causas e promover soluções para contexto de vulnerabilidade, transformando essas realidades de forma positiva.

 

O Instituto Livres coopera em sua atuação para as metas dos ODSs da Agenda 2030, contribuindo com ações e soluções que tornam o sertão brasileiro um lugar mais justo, menos desigual, com mais qualidade de vida e oportunidades para os moradores daquela região.

 

Se você também deseja combater a desigualdade econômica e social na sua comunidade, bairro, estado ou no sertão, você pode! Se quiser se engajar conosco, doe para o Livres. Você pode fazer a diferença onde você estiver!

 

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