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A Era dos negócios e o Metaverso

Metaverso, expressão que temos ouvido muito, mas sem uma compreensão clara a respeito. Este artigo visa refletir sobre a Era dos Negócios, tanto de mercado quanto sociais, e a realidade do Metaverso, que se apresenta como uma forte tendência. Ninguém pode negar que praticamente todos os âmbitos da vida própria ao ser humano foram transpassados por transformações digitais radicais e de modo irrevogável desde 2020.

 

O potencial inovador e criativo de ferramentas e dispositivos tecnológicos é exponencial e as transformações não param de prosseguir céleres atingindo todos os segmentos e áreas de nossas vidas. Recentemente a palavra queridinha nos diálogos e discussões entre criadores e desenvolvedores digitais passou a ser o metaverso.

 

Os usuários de games já experienciam algo semelhante ao proposto por esse termo, contudo, desde 2021 criou-se um burburinho efervescente entorno do Metaverso, uma vez que evidencia a pretensão – já em fase de implementação – de muitas organizações em investir incisivamente na criação aprimorada de universo virtual capaz de replicar (ou melhor seria dizer: espelhar) de maneira aperfeiçoada a realidade, criando ao mesmo tempo uma circunstância que lhe é totalmente própria.

 

A estratégia – vislumbrada para existir num horizonte muito próximo – é desenvolver e estabelecer um espaço coletivo virtual (“mirrorworld”) compartilhado, ainda mais realista e imersivo habitado por avatares (“gêmeos digitais”), igualmente aprimorados em expressão e poder de ação.

 

Esse universo paralelo hiper-realista em 3D será estruturado pela junção de Internet, realidade virtual, realidade aumentada e realidade mista, podendo ser acessado por meio de capacetes, relógios, óculos e fones conectados (dentre outros dispositivos vestíveis), que permitirão aos usuários terem a sensação de estar totalmente imersos na web, “como se” habitassem um mundo real.

 

E que forma isso impacta nos negócios? De muitas formas.

 

Ingressar o universo virtual demanda pesquisas, tecnologia avançada e inteligência, tanto no processo de estratégia, quanto concepção e desenvolvimento. Criar ambientes sociais ou corporativos de maior interatividade, conexão e proposta de sucesso satisfatório é o alvo das empresas para não se tornarem obsoletas no mercado.

 

Seria possível ao terceiro setor acompanhar essa evolução? Migrar as experiências sociais voluntárias para um ambiente virtual? Ampliar o acesso ou a oportunidade de pessoas estarem em projetos, conectadas a causas que, presencialmente, não conseguiriam?

 

É certo o impacto positivo das tecnologias nos processos de gestão: as mudanças tecnológicas nas empresas e as ferramentas gerenciais disponíveis permitem acompanhar e controlar praticamente todos os aspectos do funcionamento da sua empresa, em tempo real, aumentando a eficiência, reduzindo custos, ganhando mais agilidade nas relações com clientes e fornecedores, bem como ampliando a projeção da instituição no mercado, seja a nível nacional ou internacional.

Podemos dizer que 3 áreas se beneficiam mais com o impacto da tecnologia nas empresas:

  • A estratégia de marketing
  • O relacionamento com os clientes
  • A gestão das empresas

 

E o metaverso nisso?

 

As empresas precisam brevemente revisitar seu plano de negócios e seus produtos e serviços, avaliando de que forma eles suprem ou respondem às necessidades dos seus clientes atuais e em constante mudança de comportamento frente às ferramentas digitais.

 

Líderes precisam pensar e responder à pergunta: “de que forma meu produto ou serviço está imbuído de valor em novos ambientes virtuais? Ou, de que forma ele poderia ser adaptado para atender às expectativas dos clientes no universo da realidade virtual?

 

A proposta do metaverso é ambiciosa, sim: espelhar o mundo real no ambiente virtual, onde as pessoas poderão interagir por meio de avatares 3D e a partir de tecnologias como realidade virtual e aumentada. Entretanto, não se pode ignorá-la, nem esperar que ela se estabeleça por completo.

 

Vale também lembrar que o metaverso se desenvolve a partir de elementos tanto da Realidade Virtual (RV) quanto da Realidade Aumentada (RA). Ainda que sejam tecnologias voltadas às experiências em ambientes virtuais, na RV, o usuário vive uma experiência imersiva: ao usar dispositivos como óculos especiais ou capacetes de imersão, ficando completamente mergulhado no mundo digital. A sensação é de realmente viver a nova realidade, como acontece em brinquedos de simulação de montanha-russa, por exemplo.

 

A RA, por sua vez, é uma sobreposição digital, com adição de imagens e gráficos, projetada no mundo real a partir de dispositivos móveis, ou seja, enquanto a RV cria um mundo diferente, a RA inclui componentes que interagem com uma realidade existente.

 

Os caminhos de inovação e tecnologia precisam começar a ser trilhados pelas empresas: projetos, ideias, testes, ferramentas ou, tão rápido quanto a tecnologia evolui, muitas empresas podem ser soterradas pelo mercado digitalizado.

 

Artigo: Clever Murilo Pires – CEO do Livres

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