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NOTÍCIA

28 de junho

Atividade laboral e desemprego no Brasil em 2022

Os indicadores de atividade laboral e desemprego em qualquer nação são muito importantes porque apontam para a trajetória do mercado de trabalho e seus impactos sobre a economia e as condições sociais de um país. Como representam o que cada pessoa do país tem de riquezas, são indicadores do padrão de vida dos habitantes.

 

Desemprego no Brasil

O desemprego no Brasil aumentou com a chegada do Coronavírus. Muitas empresas fecharam as portas; outras se adaptaram ao home office. As empresas que conseguiram manter suas portas abertas tiveram de se reinventar. Algumas optaram pelo home office e, infelizmente, nesse caso, as diferenças sociais determinaram quem continuaria trabalhando e quem não.

 

O trabalhador – que foi pego de surpresa pela chegada da pandemia – que não possuía ferramentas necessárias para exercer o home office, teve de deixar seu cargo, ficando desempregado e sem renda. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no primeiro trimestre de 2022, o Brasil registra 11,9 milhões de pessoas desempregadas. Isso faz com que a taxa de desemprego no país seja de 11,1%.

 

Segundo o consultor legislativo, Adolfo Furtado, o número de desempregados no Brasil é de 18 milhões de pessoas, e não 12 milhões, conforme dados divulgados pelo IBGE, porque o IBGE não considera no levantamento os 5 milhões de desalentados – pessoas que, desmotivadas, desistiram de procurar emprego.

 

Além disso, o Brasil tem, hoje 37 milhões de pessoas na informalidade, ou seja, trabalham por conta própria, sem carteira assinada. Esses dados do mostram que o mercado de trabalho no país atravessa uma séria crise, motivada, principalmente, pelo baixo desempenho da economia brasileira.

 

Por que o desemprego é um problema social?

O desemprego é um problema social, pois, em decorrência de seu crescimento, consequentemente, vemos queda do número de pessoas ocupadas, maiores índices de pobreza e pobreza extrema, bem como de criminalidade.

 

Sem renda, observamos uma mobilidade social de classes decrescente, a perda de poder aquisitivo e isso também impacta na economia. O declínio do status social é atribuído, na maioria das vezes, pela pobreza e economia, mas, também, pela falta de oportunidade. A economia sofre essa falta de oportunidade e, consequentemente, é enfraquecida, deixando de atender aos mínimos recursos e condições de melhoria social.

 

Outras consequências do desemprego vão além dos aspectos sociais e econômicos, elas também podem ser psicológicas, por afetar diretamente o modo de vida da pessoa, e políticas. Alguns estudos apontam que o desemprego aumenta os problemas relacionados com a saúde física e mental

 

Quem pode ser considerado desempregado

É considerado desempregado pessoas acima de 14 anos de idade que não estejam trabalhando, mas estão disponíveis para o mercado de trabalho e buscam oportunidades.

 

Quem não é considerado desempregado

Não pode ser considerado desempregado as pessoas nas seguintes condições:

  • Universitários que dedicam seu tempo somente aos estudos
  • A dona de casa que não trabalha fora
  • Um empreendedor que possui seu próprio negócio

De acordo com a metodologia utilizada do IBGE na PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), o estudante e a dona de casa estão fora da força de trabalho; já, o empreendedor, é considerado uma pessoa ocupada.

 

Enfrentamento do desemprego

O desemprego no Brasil é sempre uma questão em alta e, de forma coletiva, buscam-se maneiras de resolver o crescimento do desemprego com algumas proposições, tipo: mantendo as crianças e jovens por mais tempo nas escolas – fazendo da escola um lugar atraente e confortável para se aprender; aumentando o número de oportunidades de emprego e renda, para que as famílias tenham como se alimentar; oferecendo créditos para as pequenas e médias empresas, entre outros.

 

As entidades do Terceiro Setor, ou OSCs, desempenham um papel importante, tanto ajudando pessoas necessitadas, trazendo benefícios à população mais carente, quanto oferecendo atividades de capacitação nas fases infanto-juvenil, formação de jovens e preparação para o mercado de trabalho.

 

Desde 2012 o Instituto LIVRES atua no estado do Piauí promovendo soluções que combatam os males que afligem as comunidades mais vulneráveis. E os indicadores sociais do estado apontam as muitas necessidades de mudanças efetivas para que uma nova realidade possa ser construída.

Vamos entender um pouco mais desse contexto.

 

Empregados no Piauí

O estado do Piauí registra, de acordo com a PNAD em pesquisa realizada no primeiro trimestre de 2022, uma taxa de 1,26 milhão de pessoas ocupadas no Estado. Número que representa um aumento significativo, pois, antes da pandemia, o número chegava a 1,3 milhão de pessoas. Porém, como o Estado possui 3,195 milhões de habitantes, o Piauí possui cerca de 30% da população empregada, apenas.

 

Taxa de desemprego no Piauí

No período de dezembro de 2020, no pior momento da pandemia da COVID-19, os dados de desempregados no estado piauiense eram de 13,9%, mas no terceiro trimestre de 2021, os números caíram para 11,9%. Na média nacional, cujos números apresentavam 12,6%, o estado ficou abaixo dos números. Embora os dados sejam otimistas, dados do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostram que, no Estado do Piauí, 9,59% dos lares do Estado sobreviveram exclusivamente do Auxílio Emergencial.

 

De acordo com pesquisa realizada em 2021, constatou que o Piauí registra a maior taxa de desempregados do Estado desde 2012. A taxa de desocupação no Piauí no primeiro trimestre de 2022 foi de 12,3%, ou seja, cerca de 178 mil pessoas encontravam-se desocupadas no estado no primeiro trimestre deste ano.

 

A taxa composta de subutilização da força de trabalho no Piauí no primeiro trimestre de 2022 foi de 43,9%, o maior indicador de todo o país. Como reverter essa situação?

 

Você quer fazer a diferença?

 O Livres tem desenvolvido trabalhos recorrentes para o desenvolvimento de crianças e adolescentes na região do sertão piauiense, que apresenta um alto índice de analfabetismo e mesmo dificuldade no retorno às atividades escolares pós-pandemia. O acesso à educação nas regiões rurais é bastante complexo.

 

Mesmo nas regiões urbanas encontra-se uma taxa de ocupação labora muito baixa. A oferta de vagas e emprego ou de oportunidades de trabalho são escassas, não à toa, os jovens que se formam, costumam ir embora de suas cidades em busca de mais oportunidades fora.

 

Você pode contribuir conosco para mais crianças sejam beneficiadas com nossos projetos e mais pessoas possam participar dos cursos profissionalizantes e oficinas criativas nas edições do Impacto Sertão Livre.

 

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