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As vozes de crianças e adolescentes pelos seus direitos

Vozes de crianças e adolescentes devem ser ouvidas e seus direitos protegidos

Crianças, adolescentes e jovens de todo o mundo têm exigido seus direitos.

Embora cada contexto seja único, os jovens estão pedindo ação em relação à crise climática, pelo fim da corrupção e da desigualdade, por uma melhor educação e oportunidades de emprego – e por um mundo mais justo para todas e todos, em qualquer lugar.

Em apelo aos governos de todo o mundo, a diretora-executiva do UNICEF, Henrietta Fore, lembrou que vozes de crianças e adolescentes devem ser ouvidas e seus direitos protegidos, inclusive onde houver agitação civil ou conflito armado.

Por Henrietta Fore*

Crianças, adolescentes e jovens de todo o mundo saíram às ruas nos últimos meses para exigir seus direitos. Embora cada contexto seja único, do Oriente Médio à América Latina e ao Caribe, e na Europa, África e Ásia, os jovens estão pedindo ação em relação à crise climática, pelo fim da corrupção e da desigualdade, por uma melhor educação e oportunidades de emprego – e por um mundo mais justo para todos, em qualquer lugar.

Portanto, é uma ironia de partir o coração que, ao defender seus direitos fundamentais, muitas crianças e muitos adolescentes estão tendo seus direitos roubados.

Muitos desses protestos deixaram jovens manifestantes atrás das grades, feridos e, por vezes, mortos. Escolas foram fechadas e o serviços públicos interrompidos.

Os direitos das crianças e dos adolescentes à assembleia pacífica e à liberdade de expressão, inclusive em protesto pacífico, estão consagrados na Convenção sobre os Direitos da Criança, o tratado de direitos humanos mais ratificado no mundo. Cabe aos Estados-membros garantir que as crianças e os adolescentes possam exercer esse direito de maneira segura e pacífica.

Todos os atores devem abster-se da violência, e as garantias fundamentais para a proteção das crianças e dos adolescentes devem permanecer aplicáveis em todos os lugares, o tempo todo, inclusive onde houver agitação civil ou conflito armado.

Meu apelo é para proteger crianças e adolescentes da violência e respeitar seu direito de falar e ser ouvidos. Dê a eles oportunidades para expressar suas preocupações de maneira significativa e participar de assuntos que afetam seu futuro. Ouça-os e responda de uma maneira baseada em princípios, construtiva e solidária.

O Instituto Livres atua na proteção à vida e aos direitos das crianças e adolescentes, tanto nos trabalhos de acolhimento institucional integral no Livre Ser (duas casas em Santo André), quanto no desenvolvimento de atividades que promovem a formação e desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes no sertão do Piauí. Esse trabalho é mantido com doações e você pode nos ajudar a continuá-lo. Saiba como.

Fonte: Unicef

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